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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

PROJETO DE LEI Nº 805, DE 2010 - Torna obrigatório que as farmácias e drogarias no âmbito do Estado de São Paulo mantenham à disposição do público, para consulta, lista de medicamentos em caracteres braille

Diário Oficial Poder Executivo - Estado de São Paulo Seção I
Palácio dos Bandeirantes
Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344


Nº 228 – DOE de 03/12/10 - p.8 
PROJETO DE LEI Nº 805, DE 2010 
"Torna obrigatório que as farmácias e drogarias no âmbito do Estado de São Paulo mantenham à disposição do público, para consulta, lista de medicamentos em caracteres braille". 

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECRETA:
Artigo 1º - As farmácias e drogarias estabelecidas no Estado de São Paulo ficam obrigadas a manter à disposição do
público, para consulta, lista de todos os medicamentos, em caracteres Braille.
Artigo 2º - O Poder Executivo regulamentará esta lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias.
Artigo 3º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação
JUSTIFICATIVA
Trata-se de propositura com intuito de cuidar da segurança e proteção das pessoas com deficiência visual,
enquadrando-se, assim, dentre a competência comum da União, Estado, Distrito Federal e Municípios.
É o que dispõe o artigo 23, II da Constituição Federal de 1988, vejamos.
“Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:
(... omissis ...)
II - cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência;”
Visa também a proteção ao consumidor portador de deficiência visual e, como tal, inscreve-se na competência
concorrente da União, Estados e Distrito Federal, conforme  previsto no artigo 24, VIII e XIV da Carta Política de
1988, “in verbis”.
“Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
(... omissis ...)
VIII - responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético,
histórico, turístico e paisagístico;
 (...)
XIV - proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência;
Dessa forma, vislumbra-se que a presente propositura não encontra vício de iniciativa, encontrando-se na
competência legislativa do Estado de São Paulo.
Referida propositura visa a resguardar inúmeros cidadãos com deficiência visual, haja vista que, no Brasil, já passam
de 3,5 milhões de pessoas, constituindo, pois, uma parcela significativa o mercado, necessitando, assim, de ações
políticas para garantir maior inclusão social.
A adoção do alfabeto criado pelo professor francês Louis Braille em 1825 faz parte das ações de responsabilidade
social de maior primazia a serem adotadas pelo Poder Público.
Em 2009, comemorou-se 200 anos do nascimento do francês Louis Braille cego e criador de um sistema de escrita
especialmente desenvolvida para pessoas cegas, a anagliptografia, que consiste de um conjunto de caracteres
codificados e impressos em relevo, permitindo a leitura através do toque dos  dedos das mãos, pelo tato.
Este sistema constituiu-se num enorme avanço no sentido e integrar pessoas cegas ao convívio com a cultura
escrita, dando-lhes a autonomia para ler e escrever através deste novo código, que se consagrou internacionalmente
e é conhecido como Escrita Braille.
Este Projeto de Lei trata não só de algumas dificuldades cotidianas das pessoas com deficiência visual, mas também
de outras que envolvem a própria segurança física delas, como, por exemplo, a impressão de lista de todos os
medicamentos em Braille, a serem disponibilizadas nas farmácias e drogarias do Estado de São Paulo.
A aprovação deste Projeto de Lei certamente será um passo importante no sentido de popularizar a escrita em Braille
e colaborar para o resgate da cidadania das pessoas com deficiência visual.
Neste sentido, na busca da cidadania e inclusão social das pessoas com deficiência visual, mister se faz a
apresentação e o debate do presente projeto de lei, aguardando que os nobres pares desta Casa Legislativa o
apóiem para sua aprovação.
Sala das Sessões, em 30/11/2010
a) Célia Leão - PSDB

Informação enviada pelo colaborador ALTAIR CAMPANILE

Tecnologia a serviço da educação

Folha Online
07/12/2010

Lousas e mesas digitais facilitam aprendizado de aluno com deficiência

Fabiana Rewald
Guilherme quase não enxerga. Camila não fala. Dennis escreve com dificuldade. Mas, com a ajuda da tecnologia, eles agora aprendem mais facilmente.
Há cerca de um mês, os alunos da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de São Caetano do Sul (Grande SP) dispõem de lousas interativas da HechTech e de mesas educacionais eletrônicas da Positivo, doadas pelo Sesi.
Com as lousas, eles podem desenhar, escrever, acessar a internet e brincar com jogos educativos usando os dedos ou outra parte do corpo. Antes, a lousa comum não permitia a interação, já que muitos não tinham habilidade motora para segurar o giz.
A ferramenta também permite ampliar as letras, facilitando que Guilherme reconheça seu nome, escrito pela professora. E emite sons, que Camila pode compreender.
Rita Spinola Carlota, diretora do Centro de Vivências Especiais, ligado à prefeitura de Ferraz de Vasconcelos (Grande SP), cita outras vantagens da lousa digital.
"Fica mais fácil trabalhar a questão da atenção, da concentração e da coordenação motora fina." O centro, que atende pessoas com deficiência ou dificuldades de aprendizagem, usa equipamentos da Smart Technologies.
Na escola especial Núcleo Aprendizagem e Desenvolvimento (zona sul de SP), a lousa digital também facilitou o trabalho de alunos e professores. "Usamos muito os recursos sonoros", diz a diretora, Sandra Ferrini.
O principal ponto da tecnologia é dar autonomia ao estudante com algum tipo de deficiência, diz Priscilla Selares, do IBDD (Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência).
Ela afirma, no entanto, que a maioria das instituições de ensino ainda não dispõem dos equipamentos que tornam computadores acessíveis, por exemplo.
Pensando nisso, o Projeto F123 começou neste ano a disponibilizar gratuitamente, em seu site (f123.org), os softwares livres que uma pessoa com deficiência precisa para usar um computador, como o de teclado virtual.
Inclusão
Segundo Tadeu Terra, diretor de material digital dos sistemas de ensino (COC e Pueri Domus, entre outros) da Pearson, coisas pequenas podem facilitar a adaptação do deficiente na escola.
Ele cita como exemplos colocar legenda e áudio nos vídeos, pensar em um fundo que facilite a visão e trocar teclados comuns por outros gigantes e coloridos.
Vista como alternativa para casos em que há problemas de mobilidade, a educação a distância também se aprimora, com videoaulas e audiolivros.
"A educação a distância somada à tecnologia é a melhor maneira de encurtar o caminho da inclusão", diz o ex-ministro da Educação Carlos Alberto Chiarelli, diretor do Iesde e presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância.

Grupo de deficientes encena fragmentos de Shakespeare

Folha Online
07/12/2010

Em "Shakespere eterno", grupo formado por atores com síndrome de Down e deficiência visual mostram recortes de cenas do dramaturgo inglês

Comentário SACINo segundo parágrafo da matéria, o termo utilizado (portadores de deficiência) já caiu em desuso, uma vez que o deficiente não "porta" sua deficiência (afinal, se assim o fizesse, ele teria a opção de deixar de portá-la)
da Redação
O espetáculo "Shakespeare Eterno" acaba de estrear no teatro Ruth Escobar, na capital paulista. A peça é interpretada pela Companhia Teatral Olhos de Dentro, formada por integrantes portadores de deficiência física e visual e síndrome de Down.
O roteiro tem recortes de vários textos de William Shakespeare, adaptados por Carlos Meceni, mas conta com um comentarista (o ator Henrique Taubaté Lisboa), que compartilha os segredos das criações das cenas e as dificuldades do processo.
Com projeções em um telão e jogos de luz e sombra, o espetáculo também é acompanhado pela Filarmônica Jovem de São Bernardo do Campo, sob regência de Daniel César Martins. A direção é de Nina Mancin.

Cegos e surdos reivindicam maior acessibilidade na internet

Gazeta Web
01/12/2010

Lei prevê obrigatoriedade de portais da administração pública serem acessíveis para uso das pessoas com deficiência visual

da Redação
Aos 15 anos, no auge da adolescência, quando costumava jogar bola, ir a shows e ver revista de mulher pelada, Roberto Cabral recebeu uma notícia que mudou sua vida: ficaria completamente cego. Ele, que nasceu com glaucoma - pressão intraocular elevada -, já não possuía a visão do olho esquerdo desde um ano e meio de idade e, segundo os médicos, seu caso era irreversível. Passados o susto e a aceitação da deficiência, o próximo passo de Roberto foi se adaptar. E, como ele, o principal desafio dos quase 30 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência - dados do IBGE 2000 -, no entanto, não é só a adpatação ao meio onde vivem, mas também, o meio se adaptar a eles. O virtual, inclusive.
Alfabetizado com visão monocular, Roberto Cabral, hoje com 39 anos, casado e pai de dois filhos que enxergam normalmente, aprendeu braille em 1987, ano em que participou ainda de aulas de orientação em mobilidade. "Foi um choque para mim porque eu não conhecia a experiência de uma pessoa cega. Essa surpresa me veio com a sensação de perda da liberdade", lembra o funcionário do Ministério Público de Pernambuco, acrescentando que achava impossível um dia aprender o sistema de leitura com o tato para cegos.
O servidor público, que mora em Campo Grande, Zona Norte do Recife, concluiu em 1990 o ensino médio na Escola Estadual Sizenando Silveira, no Centro da cidade, mesma época em que foi contratado por uma empresa terceirizada ao antigo Bandepe, onde ele fazia estágio de telefonista. Por "necessidade de se qualificar mais", prestou vestibular para direito na Faculdade Maurício de Nassau, sendo graduado em 2008.
Segundo Cabral, uma das maiores dificuldades que teve durante o curso e que continua enfrentando até hoje foi a falta de acessibilidade na internet para quem, como ele, possui deficiência visual. Apesar disso, o servidor público, que usa os sistemas de leitores de tela Jaws e DosVox, consegue utilizar o computador com independência. "Eu envio e recebo e-mails, acesso páginas da internet, faço pesquisas e baixo músicas", comenta. No entanto ele reclama que "nem todos os programadores fazem páginas acessíveis".
O mestrando em Ciência da Computação Lucio Poncioni, autor do estudo "Como a falta de acessibilidade na web pode afetar os portadores de deficiência visual", concorda com Roberto Cabral e explica que a grande parte dos webdesigners não está preparada para produzir sites voltados a pessoas com necessidades especiais.
Não apenas para deficientes visuais...
Fátima Azevedo, 42, possui deficiência auditiva progressiva e bilateral, juntando-se a um universo de cerca de 5,75 milhões de brasileiros surdos (IBGE 2000). "Nem sempre os vídeos ou áudios na internet têm legenda ou alguma outra alternativa de conteúdo visual", reclama a professora, que começou com o problema apresentando uma ligeira perda de audição, aos 12 anos, após um acidente de carro.
O Decreto Lei 5296, de 2004, também chamado "Lei da Acessibilidade", prevê a obrigatoriedade da acessibilidade nos portais e sites da administração pública na internet, para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis, como é o caso dos sites da Caixa Econômica Federal e do Ministério da Educação. As páginas eletrônicas privadas, entretanto, não têm ainda uma regulamentação oficial, embora possuam manuais de acessibilidade que orientam uma melhor navegação para os deficientes.
Para Poncioni, "a acessibilidade inspira os programadores e, principalmente, os webdesigners a criarem layout para pessoas que talvez nunca poderão elogiar a beleza gráfica, mas, sim, a boa navegabilidade e usabilidade do produto". Um site acessível exclui tudo o que não pode ser lido pelos sintetizadores de voz ou que não está na documentação do WCAG 1.0 (Web Content Accessibility Guidelines 1.0), criado pela W3C (World Wide Web Consortium), consórcio internacional que visa desenvolver padrões para a criação e a interpretação de conteúdos para a Web. Segundo o programador, "devem ser removidas informações desnecessárias, como imagens, frames, iframes, animações em flash, janelas pop-ups, folhas de estilo e banners publicitários".

Tribunal de justiça adia processo de Telma Nantes para o próximo dia 13

Capital News
Campo Grande - MS, 02/12/2010

A pedagoga cega aprovada em concurso da rede pública e impedida de assumir o cargo ainda briga pelo reconhecimento

da Redação
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, adiou nesta terça-feira, dia 30 de novembro, o processo de verificação de tutela da pedagoga e presidente da ISMAC (Instituto Sul Mato-Grossense para Cegos “Florisvaldo Vargas”), Telma Nantes, sendo remarcada para o próximo dia 13 de dezembro, com horário a definir.
Telma foi aprovada em primeiro lugar no concurso de provas e títulos para professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) da Capital, mas foi impedida de assumir o cargo, sendo considerada inapta pela comissão de avaliação.
A pedagoga afirma que continuará lutando pela briga das pessoas com deficiências audiovisuais no Brasil e que não podia se acovardar mediante ao fato.

Estudo britânico descobre forma de 'reparo' da esclerose múltipla

G1
07/12/2010

Pesquisa feita em ratos mostrou que células-tronco do cérebro do paciente podem ajudar no processo

da Redação
Cientistas britânicos identificaram uma forma de estimular o sistema nervoso a regenerar-se nos casos de esclerose múltipla.
Os estudos, publicados na revista "Nature Neuroscience", foram realizados em ratos nas Universidades de Cambridge e Edimburgo, na Escócia. A pesquisa identificou uma forma de ajudar as células-tronco no cérebro a reparar a camada de mielina, necessária para proteger as fibras nervosas.
A esclerose múltipla é uma doença neurológica crônica que destrói a mielina, uma camada que isola as fibras do sistema nervoso central, causando sintomas como visão embaçada, perda de equilíbrio e paralisia.
Em cerca de 85% dos casos, os pacientes têm uma forma de esclerose múltipla chamada de recaída/remissão, na qual as 'crises' que incapacitam a pessoa são seguidas de uma recuperação de um nível da função física perdida. Nesta forma da doença, parece haver um reparo natural da mielina.
Mas cerca de 10% das pessoas são diagnosticadas com a forma progressiva da esclerose múltipla, na qual o declínio avança sem qualquer período de recuperação.
Além destas pessoas, os pacientes com a forma recaída/remissão da doença também podem desenvolver a chamada esclerose múltipla progressiva secundária, que afeta o paciente da mesma forma que a progressiva.
Os cientistas têm tentado desenvolver tratamentos justamente para estes dois grupos.
Regeneração
Nos casos de esclerose múltipla, a perda da camada de mielina, que funciona como uma camada de isolamento, leva ao dano nas fibras nervosas do cérebro.
Estas fibras são importantes por enviarem mensagens para outras partes do corpo.
A pesquisa britânica identificou uma forma de estimular as células-tronco do cérebro para que elas regenerem estas fibras. E também mostraram como este mecanismo pode ser explorado para fazer com que as células-tronco do cérebro melhorem sua capacidade de regeneração da mielina.
Com isso, os cientistas esperam poder ajudar a identificar novos medicamentos que estimulem o reparo da mielina nos pacientes que sofrem com a doença.
'Esta descoberta é muito animadora, pois pode abrir o caminho para elaborar medicamentos que vão ajudar a reparar o dano causado a camadas importantes que protegem as células nervosas no cérebro', afirmou o professor Charles French-Constant, da Sociedade para Pesquisa em Esclerose Múltipla da Universidade de Edimburgo.
'Terapias que reparam o dano (causado pela doença) são o elo perdido no tratamento da esclerose múltipla', afirmou o professor Robin Franklin, diretor do Centro para Reparo de Mielina na Universidade de Cambridge.
'Neste estudo identificamos um modo pelo qual as células-tronco do cérebro podem ser estimuladas a fazer este reparo, abrindo a possibilidade de um novo medicamento renegerativo para esta doença devastadora', acrescentou.
Anos
Instituições de caridade britânicas, voltadas para tratamento de esclerose múltipla, afirmaram que, apesar de ser uma notícia animadora, ainda serão necessários alguns anos antes de um tratamento ser desenvolvido.
'Este é o começo de um estudo, em roedores, mas será muito interessante observar como se desenvolve', afimou Pam Macfarlane, diretora-executiva da instituição de caridade voltada para pacientes com esclerose múltipla MS Trust.
A pesquisa britânica foi financiada por instituições americanas, a MS Society e National MS Society.
'Para pessoas com esclerose múltipla esta é uma das notícias mais animadoras dos últimos anos', afirmou Simon Gillespie, diretor-executivo da MS Society.
'É difícil colocar em palavras como esta descoberta é revolucionária e como é importante continuar com as pesquisas em esclerose múltipla.'

Hospital Menino Jesus terá atendimento para crianças com fissura labial

Estadão
São Paulo - SP, 07/12/2010

Bebês nascidos na rede pública municipal com o problema serão encaminhados para a instituição

da Redação
O Hospital Municipal Infantil Menino Jesus inaugura nesta terça-feira, 7, um novo fluxo que permitirá que todos os bebês nascidos na rede pública municipal - pelo Programa Mãe Paulistana - e apresentem fissura labiopalatal (como lábio leporino) sejam encaminhados ao ambulatório da instituição.
Antes mesmo da alta da maternidade, os bebês terão consulta marcada com o cirurgião plástico que avaliará os casos, possibilitando tratamento completo, com avaliação multidisciplinar de nutricionista, psicólogo, fonoaudiólogo e cirurgião.
O novo projeto é fruto de um planejamento estabelecido entre o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês (IRSSL) e a Secretária Municipal da Saúde de São Paulo.
Problema atinge 1 em cada 1,6 mil
A fissura lábiopalatal é uma malformação ligada principalmente às condições nutricionais da gestante e pode trazer, além de problemas estéticos, dificuldades de respiração, mastigação e dicção. Dados da Central de Informações da Prefeitura de São Paulo indicam que a incidência é de um para cada 1,6 mil nascimentos.
O tratamento é cirúrgico, e um dos principais serviços da cidade encontra-se no Menino Jesus, único hospital pediátrico municipal, administrado pelo IRSSL. No local, são realizadas atualmente cerca de 16 operações por mês. O hospital fica na Rua dos Ingleses, 258, Bela Vista, São Paulo, SP.